Lugar remoto de mitos pessoais, onde se vivem e guardam as vontades na sua essência...

14
Jan 09

Vou guardando os resíduos que se acumulam no canto, para onde vou quando a luz me fere. Quando isso acontece sento-me, encosto-me na parede, deixo as pernas estendidas e pouso as mãos no chão, e é nas mãos que sinto o pó, e é na perspectiva histórica do pó que assento as ideias.   

publicado por mitho às 17:00

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