Lugar remoto de mitos pessoais, onde se vivem e guardam as vontades na sua essência...

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Dez 08

Eu tinha decidido que não queria conhecer mais ninguém. Que da próxima vez que um homem me abordasse, não lhe passava cartão.

Conheci-te.

Para mim não eras um homem. Eras apenas uma pessoa com quem partilhava algo em comum. Gostava (gosto) sempre de ouvir-te falar. E deixa que te diga que, para homem, falas bastante, mas não de mais.

As nossas conversas são a uma só voz.  

Senti isso no início e continua a ser assim.

Somos parecidos e em determinadas situações conseguimos ser iguais. (o que por vezes é uma grande chatice!).

Continuo a achar que não és um homem, tal como eu não sou uma mulher.

Contigo sinto a unidade.

 

Por mais que as circunstâncias nos separem, o destino unir-nos-á sempre.

Fomos feitos um para o outro. E, não adianta espernear, como costumamos fazer. Voltamos sempre ao mesmo.

 

Fica aqui o registo. (ainda que, um dia, as coisas não sejam já assim)

 

 

post scriptum: há momentos em que somos muito homem e mulher, hmmmm.... brutal, divinal... !

 

publicado por mitho às 14:55

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